Conclusão: não fiz a revista toda, o professor NÃO deixou entregar na outra semana. Acabei salva por uma menina que colocou o meu nome no trabalho. O outro integrante? Ele é quem se vire, ele teve a cara de pau de responder que 'você fez sozinha porque quis'. Ah, eu merecia ouvir isso, né?
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*shots*
12 dias sem escrever, hein! Descobri o motivo para o bloqueio: minhas provas na faculdade. Isso está gerando um estresse violento, detesto trabalho em grupo. 6 pessoas levam a nota enquanto duas trabalham. Sem contar a procrastinação dos outros 4 para entregar uma simples matéria com deadline anunciado há mais de DOIS MESES. Já começou com um tema pífio: esporte. Sugeriram outros temas como aviação ou música, mas isso 'é muito difícil' (???). Sugeri a idéia de fazer uma reportagem sobre anabolizantes e me ofereci para fazer a matéria. Disseram que 'nãããão, o fulano já vai fazer'. Pergunta crucial: fulano fez a reportagem? Não, fez um treco completamente diferente. A outra disse que ia fazer matéria com o Flávio Canto. Então tá. Pergunto: ela entregou a matéria? Nãããão.
Além de ter que escrever notas, uma matéria sobre personal trainer (com um ene ou dois?) e carta ao leitor (o editor não tem capacidade mental para tal exercício), estou responsável pela diagramação da revista. Junto com o editor. Que sabe bem menos de pagemaker. E ele vem falar da minha OBRIGAÇÃO de estar terça-feira com ele finalizando a revista? Vá se foder! Não rejeitou a idéia de fazer uma revista sobre música? Não deu a matéria de anabolizante para o amiguinho de balada, que fez um texto medíocre e sem relação nenhuma ao tema original? A fulaninha aqui é quem quebrou a cabeça para fazer a maior parte da revista e vai para a faculdade hoje finalizar a sua parte e ele quer ME COBRAR? QUANTAS PESSOAS TEM NA PORCARIA DO TRABALHO, HEIN? Vá se fazer de vítima bem longe de mim, cansei de ser explorada. E ele tem a cara de pau de dizer que não fiz nada no trabalho passado. Ele só esqueceu de uma coisa: eu avisei sobre a minha viagem, pedi para começarmos o trabalho logo após a PR1 e as amiguinhas que tinham o contato com o Flávio Canto (Deuses, sempre ele, sempre ele!) simplesmente faltavam horrores! Final da história: viajei e fiz questão de ter meu nome no trabalho, não pago pela irresponsabilidade alheia.
Estou cansada desse climinha de oba-oba, pessoas mais velhas tem menos responsabilidade do que eu na hora de desenvolver um projeto, não vou me estressar mais. Hoje finalizo a minha parte, mando algumas fotos para o editor acéfalo e bye-bye, so long!
Na verdade, o texto que iria entrar hoje é completamente diferente, mas não tenho cabeça para tal.
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É engraçado conviver à dois. Não como aqueles casais que passam o tempo inteiro juntos, mas moram com os pais, acho isso o fim, tomem vergonha e juntem seus trapos, porra. Conviver assim, diariamente, acordando e dormindo, decidindo o que vai se fazer para a janta e reclamando que a casa está uma bagunça. Não tenho o que reclamar do meu amor, é meio desorganizado, mas cozinha muito bem. Saio de casa bem cedo e dou um beijo de despedida nele, ao descer o elevador sinto um aperto no coração. Não dá, não consigo ficar sem ele, sem o cheiro, sorriso, os olhos e a carinha de rapazinho dele. Estou pronta para desvendar uma nova faceta minha: dona-de-casa. Sem ser essas de avental, laço na cabeça e orando por nossa senhora, mas como a minha mãe é, dupla e putamente cansativa jornada. Quero ter essa chance.
Emocional, eu? Imagiiiiiine...
Mudando de assunto, agora eu tenho 4 melissas! YEAH! A Scarfun comum, a Ice Cream e a Sugar, todas pretas. Ontem meu namorado me deu mais uma, a Love System, só porque ele botou pimenta demais na comida e fiquei com azia. Essa já é de outra cor, azul. Bem, ao menos já comecei a montar o meu figurino para o natal/ano novo.
Mudando novamente de assunto, nos últimos meses estou sentindo um bloqueio COMPLETO ao tentar escrever alguma matéria. Quando sento em frente ao computador, parece que meus neurônios fogem para um lugar desconhecido e se recusam a voltar. Fobia ao PC? Será?
Detalhe: ganhei o ingresso para o Kraftwerk (é assim que se escreve?) e não fui. Vendi o ingresso. Devolvi o dinheiro para quem me deu. A minha burrice honestidade me irrita.
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São dez pr'eu ficar louca, daqui a pouco posso pirar...
É, meu namorado chegou neste último sábado. Nem preciso dizer que abri o berreiro quando ele chegou...nossa, eu estava muito nervosa, queria saber se ele estava bem ou não, parecia mais a mãe dele do que namorada. Hoje estou no trabalho, mas meu pensamento está com ele, só vou sossegar quando chegar em casa.
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O homem domínio-público
Reza a lenda, todos nós temos uma alma gêmea. Uma muito mais gêmea que as outras. Mas algumas pessoas não deveriam manter-se presa à apenas outra pessoa. Nesse texto, tratamos a versão masculina. É o chamado homem domínio-público.
Este tipo de homem não é necessariamente bonito. É charmoso. Não só isso, ele é simplesmente interessante, seja pelo seu estilo de vida ou experiências. Te prende fácil relatando as aventuras vividas. Definitivamente, você não se vê de véu e grinalda dentro da igreja ao lado dele. Um feriado prolongado em Ilha Grande, em uma pousada maravilhosa bastava.
Este homem é dotado de várias características típicas, a mais marcante é: ele não tem um ego gigantesco. Caso tenha, o esconde muito bem. Aquele que demonstra as habilidades inerentes à sua pessoa, fazendo questão de sublinhar o trecho "sua pessoa", não é de domínio público. É um ególatra habilidoso.
A experiência de encontrar um domínio-público é ótima. Ficar com ele é sublime. Namorar nem tanto, afinal de contas, este homem tem muitas fãs e "amigas", a maioria delas bastante íntimas. É preciso ter nervos de aço. Ou ser uma mulher domínio-público.
Já conheci um homem domínio-público. Um amigo do meu primeiro namorado sério. Era alto, carinhoso, tatuado e contava várias histórias interessantes. Nunca tinha visto a namorada dele, esperava alguma loira lambisgóia, com muito corpo e absolutamente nada na cabeça. Nada a ver. Era uma menina normal, mas muito inteligente e interessante, tanto que é minha amiga até hoje. Atualmente ele está casado. Uma pena para as moças com conteúdo. Isso remete a característica principal do homem domínio-público: ele sabe apreciar mulher. Não boneca humana, mas mulher mesmo, com defeitos e qualidades. Se cruzar com um homem desses, faça ao menos amizade. Você vai ver o quanto ele é maravilhoso...
P.S.: não, meus amores, o meu namorado não se enquadra nesta descrição. Mas ele é perfeito mesmo assim.
Mudando de assunto, é agora que o planeta terra comprou a passagem para o Apocalipse. E pela via expressa. Bush no poder por mais 4 anos. E vocês ainda querem que eu tenha filhos? Nem morta!
Essas redes de amigos virou uma febre. Não estou falando exclusivamente do Orkut. Estou falando do Multiply, hi5 e outros menos famosos. Bem tosco isso...
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E meu lado geek ataca novamente. Refiz minha ficha de Vampiro. Vou jogar live. Viciei em Orkut. O que é isso, falta de namorado, é?
Ontem foi ano-novo. Para variar, não me senti bem. Tanto faz, seja ano-novo pagão ou cristão, nunca consigo aproveitar direito. Pelo menos no cristão, dia primeiro tem o pavê da tia Solange (tia da Fabiana, minha também por tabela) para me deixar feliz ou com menos cólica - afinal de contas, posso estar no 4º dia da menstruação, todo dia 31 sinto uma cólica completamente from hell. Não sei, creio que posso chamar isso de azar...
Não é nada, não é nada, aqui na sala de informática tem aqueles vidros com insulfilme. Ou seja, quem está do lado de fora (durante a noite ou dia nublado) vê tudo, já quem está do lado de dentro vê a própria imagem. Por que sempre tem um animal que esmurra o vidro tentando chamar a atenção de um dos usuários? Esquecem que não dá para enxergar nada e terão que vir a sala para conseguir falar com o indivíduo? Eita gente estranha...
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